quinta-feira, 25 de agosto de 2011



Salvo pela gentileza


Conta-se uma história de um empregado em um frigorifico da Noruega.

Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica.

Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da camara.

Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos
já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.

Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.

De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.

Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:

Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte d
a sua rotina de trabalho?.


Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram
e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta
ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.

Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou.

Entretanto não se despediu de mim na hora da saída.

Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei.



Pergunta: Será que vc seria salvo????????

Um bom dia para vc!!




sábado, 14 de maio de 2011

Não desista do amor!


No corredor da minha casa há um quadro de metal onde exibo, mais para os meus olhos

do que para os alheios, fotos, textos, bilhetes, cartões, pequenas doses de doçura

capazes de me fazer lembrar de pessoas e coisas bem preciosas para mim.

Às vezes passo semanas seguidas sem incluir ou excluir peça alguma e sequer

pousar os olhos nelas, mas, quando algum fato estreita o meu coração em lugar

pouco arejado, eu costumo caminhar até lá para me nutrir com os recados que

geralmente me ajudam a respirar um pouco mais macio.

Entre as relíquias, existe um cartão que comprei há muito tempo e que diz uma das

frases mais interessantes com as quais já tive contato, identificada como um provérbio

sueco. A primeira vez que li essas palavras, arrepiei literalmente, a pele é o lado

de fora do sentimento, já arrisquei em outro texto. Parada na papelaria, sorri para aquele

pedaço de papel na minha mão, admirada por um texto tão curto revelar uma verdade tão

grande.

Procure me amar quando eu menos merecer,

porque é quando eu mais preciso.

Falamos e ouvimos à beça sobre o amor desde pequenininhos, já sabedores ou não do

que se trata ou minimamente da vizinhança disso. E, apesar das nossas

singularidades, costumamos ter pelo menos um desejo comum: queremos amar e ser

amados. Amados, de preferência, com o requinte terno da incondicionalidade. Na celebração

das nossas conquistas e na constatação dos insucessos. No apogeu do nosso vigor e no

tempo do nosso encolhimento. Na vez da nossa alegria e no alvorecer da nossa dor.

Na prática das nossas virtudes e no embaraço das nossas falhas. Mas não é preciso

viver muito para percebermos que não é assim que o amor, na prática, costuma acontecer.

Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza.

Quando progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente.

Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta.

Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa

própria dor. Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro.

Aparentemente estável. Que quando sofre, para não incomodar, por costume ou vaidade

não faz ruído algum.

Fácil amar aqueles que parecem ter criado, ao longo da vida, um tipo de máscara

que lhes permite ter a mesma cara quando o time ganha e quando o cachorro morre.

Fácil amar quem não demonstra experimentar aqueles sentimentos que parecem

politicamente incorretos nos outros e absolutamente justificáveis em nós.

Fácil amar quando somos ouvidos mais do que nos permitimos ouvir.

Fácil amar aqueles que vivem noites terríveis, mas na manhã seguinte se

apresentam sem olheiras, a maquiagem perfeita, a barba atualizada.

É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado.

Nos cafés, após o cinema, quando se pode filosofar sobre o enredo e as personagens

com fluência, um bom cappucino e pão de queijo quentinho. Nos corredores dos

shoppings, quando se divide os novos sonhos de consumo, imediato ou futuro.

É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros erotizados

nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.

Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo

errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência.

O rebolado. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente

ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.

Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as

cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na platéia. Quando até a própria alma parece

haver se retirado.

Difícil é amar quando já não encontramos motivos que justifiquem o nosso amor

acostumados que estamos a achar que o amor precisa estar sempre

acompanhado de explicação plausível, estatísticas promissoras, balancetes satisfatórios.

Difícil amar quando momentaneamente parece existir somente apesar de. Quando a dor do

outro é tão intensa que a gente não sabe o que fazer para ajudar. Quando a sombra se

revela e a noite se apresenta muito longa. Quando o frio é tão medonho que nem os

prazeres mais legítimos oferecem algum calor. Quando ele parece ter desistido

principalmente dele próprio.

Difícil é amar quando o outro nos inquieta. Quando os seus medos denunciam os nossos e

põem em risco o propósito que muitas vezes alimentamos de não demonstrar

fragilidade, vulnerabilidade, invencibilidade, lógica. Quando a exibição das suas dores expõe

de alguma forma, também as nossas, as conhecidas e as anônimas, as antiquíssimas

e as recém-nascidas. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente

saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta

para caminhar humanamente ao seu encontro. E, ao encontrá-lo, talvez lhe dizer a verdade:

“eu sei o quanto você está doendo porque eu já doí também” ou “eu sei o quanto

você está doendo porque estou doendo também, agora” e/ou “porque vivo, eu estou à

mercê de doer de novo.”

Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a

trilha sonora. Quando caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio

brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um

feriadão à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com

sutileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também

estamos incluídos nesse grupo.

Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro

mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos

afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores

por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado

à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem

não desiste da gente. Acredito porque nos momentos mais doídos da minha jornada até aqui

eu nunca encontrei nenhum botão mágico, mas tive fé, tive gesto, e, felizmente, tive quem

me amasse sem desistir de mim.

A empatia, a memória, a honestidade emocional, são também grandes aliadas do amor.


Ana Jácomo


Ps:Recebi o texto de Estela Vicentini. E vi tantos momentos nos quais passo,vi tanta identificação na dor,
no fato de que em alguns momentos ser congelada.,bloqueada, por não poder dar ou ser o que os outros
querem ou precisam.
É uma testificação do Espírito Santo de Deus.

Elane Tristão

quinta-feira, 12 de maio de 2011

TORRADAS QUEIMADAS


Torradas Queimadas

Desconhecido

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche

tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando

ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro. Naquela noite, minha

mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.

Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que

meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido

o meu dia, na escola. Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado

para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver

queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse: “Adorei a torrada queimada…”

Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe

perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus

braços e me disse:

“Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada…

Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e

as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou

cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!

O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo

relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar

relacionamentos saudáveis e duradouros. Desde que eu e sua mãe nos unimos,

aprendemos, os dois, a suprir um as falhas do outro. Eu sei cozinhar muito pouco

mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando. Ela não sabe usar a furadeira

mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo. Eu não sei fazer

uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu. Eu nunca soube

fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar.

A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela nos

completamos. Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os

dois presentes.

Não que mais tarde, o dia que um partir, este Mundo vá desmoronar, não vai.

Novamente teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.”

De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre

marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos. Então filho, se esforce

para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida

à você e ao próximo.

As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes

disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir.


Até a próxima .

Elane Tristão


terça-feira, 12 de abril de 2011

O relógio de ouro



Desconhecido

Um pai que muito amava seus dois filhos, disse: “Tudo que vocês me pedirem e eu

tiver condições lhes darei”.

Os dias passaram, o mais novo vendo seus amigos jogarem futebol, pediu ao pai

uma bola e, poucos dias depois, o pai lhe dava o presente tão desejado.

O mais velho vendo alguns de seus amigos de mais condição usando um relógio, um

dia pediu um relógio de ouro. Os dias passaram, nada de receber o pedido. Ele pensou:

“Nem sempre o pai atende ao que pedimos, só algumas vezes.”

Semanas se passaram … meses se passaram … enfim, anos. O menino já era um

rapaz, não se lembrava mais do pedido de infância. O pai chegava como de costum

e em casa, mas naquela tarde chegou com um embrulho embaixo do braço. Chamou

o rapaz e disse: “Meu filho, há muito tempo você me pediu um relógio de ouro, mas

você era muito jovem. Iria perdê-lo, ou quem sabe seria roubado. Agora você já

pode ter um.” O pai entregou um embrulho com uma caixa e dentro tinha um relógio … de

ouro.

Como este pai, o Deus Eterno da mesma forma sabe o momento que podemos e temos

condições de usar nosso “relógio de ouro”, o momento que podemos ter o que pedimos, para

que o nossos pedido não se transforme em algo para nos separar dele.

Não sou mais tão jovem em idade, mas as vezes sinto como este pai que gostaria de dar

muito mais a meus filho.Mas sei que não devo. Deus sabe o que é melhor pra ele. Em outros

momentos o problema sou eu. Eu quero, brigo, pirraço, choro e Ele nada.

Silêncio total.

Ai sinto e ouço uma voz interior assim: você não tá pronta. Espera. Tó fazendo outras coisas

antes desta.

AFF, como dizem os meninos adolas.... não é fácil.

Mas Deus é de confiança não é?

Então é preciso confiar. Ele sabe o que faz.

Cala minha alma e espera N'ele, pois ainda o louvarei.


Elane Tristão adaptado.

“Se crerem, receberão o que pedirem em oração”
Bíblia, livro de Mateus, capítulo 21 verso 22


segunda-feira, 21 de março de 2011

Vivendo da Palavra


"...Faça-se conforme a vossa fé." (Mt.9.29)


Podemos dizer que uma pessoa "prevaleceu em oração"quando,durante a oração,

ela teve a certeza de que foi atendida, e ficou realmente consciente de já ter recebido

aquilo que estava pedindo.Não nos esqueçamos de que nenhuma circunstância terrena

pode impedir o cumprimento da sua Palavra,se de fato estamos olhando firmemente para a

imutabilidade naquela Palavra e não para a incerteza deste mundo que está sempre mudando.

Deus quer que cresçamos na sua Palavra sem outra confirmação, e então ele está pronto

a dar-nos segundo a nossa fé.

Quando estou orando penso estar bem em frente a Cristo no seu trono de glória e olhando nos

seus olhos como filha e batendo aquele papo. Nós pensamos, falamos e saio de sua presença

sentindo uma confiança de que fui ouvida, e que posso esperar que se for segundo a sua vontade

e não ferir os princípios do Reino, serei com certeza atendida.

Tenho aprendido, e nisto sou como Paulo, que se estou andando com o PAI e tenho intimidade neste

relacionamento, tudo que vou fazer é o melhor dele para minha vida.Não tenho que ficar o tempo

todo perguntando se estou certa, se devo ou não devo.

Se eu estiver ainda assim errada,ele vai me parar, me corrigir, e eu preciso entender.

Isto é estar "eu nele,e ele em mim".

Aí sim podemos começar a agradecer o resultado. Pois tudo que Ele faz é bom,perfeito e eficaz.



Mananciais com adaptações de Elane Tristão

terça-feira, 15 de março de 2011

MILHO DE PIPOCA


Milho de pipoca


Rubem Alves


A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação

por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.

O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.

O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.

Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo

fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos

pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de

uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que o seu jeito

de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos

lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser o fogo de fora: perder um amor

perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro:

pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui.

E com isso a possibilidade da grande transformação.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais

quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em

si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação

que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:

BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente que ela mesma

nunca havia sonhado.

Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que,

por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir

coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a

dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira.

Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria para ninguém.

Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem

para nada. Seu destino é o lixo.

E você, o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?


Achei esta meditação incrível e não deixei de compartilhar com você.

Até.

Elane

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A Gente Colhe O Que Planta



A gente colhe o que planta…





O nome dele era Fleming e era um pobre fazendeiro escocês. Um dia, enquanto trabalhava

para ganhar a vida e o sustento para sua família, ele ouviu um pedido desesperado de socorro

vindo de um pântano nas proximidades. Largou suas ferramentas e correu para lá.

Lá chegando, enlameado até a cintura de uma lama negra, encontrou um menino gritando e

tentando se safar da morte. O fazendeiro salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível.

No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega à humilde casa do escocês.

Um nobre elegantemente vestido sai e se apresenta como o pai do menino que o

fazendeiro tinha salvo.

“Eu quero recompensá-lo”, disse o nobre. “Você salvou a vida do meu filho”.

“Não, eu não posso aceitar pagamento para o que eu fiz”, responde o fazendeiro

escocês, recusando a oferta.

Naquele momento, o filho do fazendeiro veio à porta do casebre.

“É seu filho?” perguntou o nobre.

“Sim”, o fazendeiro respondeu orgulhosamente.

“Eu lhe farei uma proposta. Deixe-me levá-lo e dar-lhe uma boa educação.

Se o rapaz for como seu pai, ele crescerá e será um homem do qual você terá muito orgulho”.

E foi o que ele fez. Tempos depois, o filho do fazendeiro Fleming se formou no

St. Mary’s Hospital Medical School de Londres, ficou conhecido no mundo como o

notável Senhor Alexander Fleming, o descobridor de penicilina.

Anos depois, o filho do nobre estava doente com pneumonia.

O que o salvou? A penicilina.

O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill.

O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill.

Alguém disse uma vez que a gente colhe o que a gente planta…

e acrescento: Faça o bem sem olhar a quem, você não sabe dia de amanhã!


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Será coincidência?

Será que é coincidência?


Desconhecido


O elefante é o único animal cujas pernas dianteiras se dobram a frente.

Porque? Porque de outra forma seria difícil para esse animal levantar-se, por causa do seu peso.

Por que os cavalos, para se erguerem, usam as patas dianteiras, e as vacas, as traseiras?

Quem orienta esses animais para que ajam dessa maneira?

Deus. Esse mesmo Deus que coloca um punhado de argila no coração da terra, e, através da

ação do fogo

transforma-a em formosa ametista de alto valor.

Esse mesmo Deus que coloca certa quantidade de carvão nas entranhas do solo, e,

mediante a combinação do fogo e a pressão dos montes e das rochas, transforma

esse carvão em resplandecente diamante, que vai fulgurar na coroa dos reis ou no

diadema dos poderosos!

Por que o canário nasce aos 14 dias, a galinha aos 21, os

patos e gansos aos 28, o ganso silvestre aos 35 e os papagaios e avestruzes aos 42 dias?

Por que a diferença entre um período e outro é sempre de sete dias? Porque o Criador sabe

como deve regular a natureza e jamais comete engano.

Ele determinou que as ondas do mar se quebrem na praia à razão de 26 por minuto, tanto na

calma como na tormenta. A sabedoria divina revela-se ainda nas coisas que poucos notam:

A melancia tem número par de franjas. A laranja possui número par de gomos. A espiga de milho

tem número par de fileiras de grãos. O cacho de bananas tem, na última fila, número par de

bananas, e cada fila de bananas tem uma a menos que a anterior. Desse modo, se uma fileira

tem número par, a seguinte terá número ímpar. A ciência moderna descobriu que todos os grãos

das espigas são em número par.

Outro mistério que a ciência ainda não descobriu: Enormes árvores, pesando milhares de quilos,

apoiadas em apenas poucos centímetros de raízes. Ninguém até agora conseguiu descobrir

esse princípio de sustentação a fim de aplicá-lo em edifícios e pontes.

Mas há maravilha ainda maior. O Criador toma o oxigénio e o hidrogénio, ambos sem

cheiro, sem sabor e sem cor, e os combina com o carvão, que é insolúvel, negro e sem

gosto. O resultado, porém, é o alvo e doce açúcar.

Esses são apenas alguns vislumbres de um Deus sábio e amoroso. Esse mesmo Deus

que realiza tais maravilhas no mundo que Ele criou, pode também efetuar em nós um

milagre ainda muito maior. Ele pode dar-nos um novo vida, fazendo novas todas as coisas.

Ele pode tomar nossa vida triste, inútil e insípida, e torná-la alegre, útil e plena de significado.

Portanto, não se desespere. Não importa quão grave seja a sua condição física, moral ou

espiritual. Jesus, “que é o mesmo ontem, hoje e sempre”, sempre tem a última palavra.

Você pode experimentar um milagre! Basta acreditar e colocar a sua vida nas mãos dele.


Que Deus te abençoe.
Elane

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Regime de Domínio Próprio

Estou de regime!!
Não, não riam. Isto é raro em minha vida. Sou realmente daquelas privilegiadas que comeu o que quis a vida inteira e se deu bem.
Só que tudo tem limite.
E aí veio a fase de mulher mais velha, madura, os hormônios entram em crise e lá vem os quilinhos a mais e gordurinhas aqui e acolá.
Lá vou eu atrás de informações, dicas, livros, mudanças de hábitos.
MUDANÇAS DE HÁBITOS...
Esta é a mais pura verdade deste papo. Tudo começa na mente. Tanto o comer, tanto o engordar.
Quando percebemos que não estamos satisfeitos com a aparência estala algo na cabeça e tudo parece começar a ficar feio, justo, como se estivéssemos com a roupa da irmã mais nova.
E neste processo comecei a meditar sobre o que a Bíblia fala sobre o domínio próprio.
Coisas tão simples como doce, refrigerante, arroz, pão, nos deixam em estado de ansiedade e fome total se não comermos.
Mas tem tantas outras coisas boas... verduras, queijos, ovos, água, chá, carne, tudo isto pode.
Mas as massas, doces, nem pensar!!
Domínio Próprio que não dominamos nem nossa vontade de comer besteiras e porcarias.
Domínio Próprio que nos desfalece se não fizermos o que queremos na hora que queremos.
Que domínio é este de papo pra fora?
Que domínio é este que condenamos o alcoolista, o drogado, o viciado em novelas, o preguiçoso, e não conseguimos dominar nossos hábitos de alimentação.
Me lembrei também dos pecados capitais, e entre eles o da glutonaria. Isto é: comer demais e desenfreadamente.
Não falamos deste nas igrejas não é verdade? Isto é pecado leve. Ou branco.
Mas descobri que estou lutando não mais com meu regime pessoal de alimentos. Com meu peso ou aparência. Estou lutando comigo mesma, com meus vícios, meus maus hábitos! Com meu domínio próprio.
E me assusta descobrir mais coisas sobre nós humanos tão simples e claras, onde colocamos uma roupa de Domingo, e vamos falar com Deus achando que somos bons e puros. E debaixo disto esta a gordura apertada na cinta pra esconder a nossa falta de controle e nosso regime de domínio próprio é tão falso quando nós mesmos.
Isto são só minhas divagações sobre o regime...mas como descobri outras coisas!!!
Como vou olhando dentro de mim e fazendo faxina, faxinas que me levam mais perto de Deus.
De um Deus que sabe tudo sobre mim, inclusive que não sou de nada em regimes mas que decidiu me amar e me aguentar mesmo com minhas gorduras localizadas.
Vamos fazer regime???

Elane Tristão




segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

CORAÇÃO DE MANTEIGA


Desconhecido

Era um dia muito quente. Todos procuravam algum tipo de refrigério, logo, uma sorveteria parecia ser uma boa opção. Uma menininha entrou na loja segurando firme seu dinheiro. Antes que ela dissesse uma palavra, o dono, bravo, disse que ela saísse e lesse a placa na porta, e que ficasse lá fora até calçar um sapato. Ela saiu vagarosamente. Um homem grande a seguiu para fora da loja.

Ele a viu ficar na frente da porta e ler a placa: Não entrar descalço. As lágrimas começaram a rolar pelas suas bochechas. Então, o homem a chamou.

Eles sentaram na calçada, ele tirou seus sapatos tamanho 45, e os colocou em frente da menininha dizendo, “Aqui, você não vai conseguir andar com eles, mas se você os arrastar até lá dentro poderá pegar o seu sorvete.” Ele levantou a menininha e a calçou.“Não precisa se apressar,” ele disse, “eu fico cansado de ficar arrastando os pés dentro dos sapatos, e será bom ficar sentado aqui comendo meu sorvete.” Era impossível não perceber o brilho nos olhos da menininha à medida que ela arrastava os pés até o balcão para fazer seu pedido.

O homem era grande. Barriga grande, sapatos grandes, mas acima de tudo, tinha um grande coração.

Legalismo mata e faz a vida difícil. Sensibilidade às necessidades do próximo abençoa.

Autor desconhecido.

Postado por Elane

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Limpe Sua Janela!


Limpando a Janela

Um casal, recém -casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:

Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!”

O marido observou calado.

Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:

“Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!”

E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:

“Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.”

O marido calmamente a respondeu:

“Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!”

E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.

Lave sua vidraça.

Como pode dizer ao seu irmão: “Deixe-me tirar esse cisco do seu olho”, quando você tem um pedaço de madeira no seu próprio olho? Tire primeiro o pedaço de madeira que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão (Bíblia, Mateus, capítulo 7 versos 4 e 5).


Este texto me fez lembrar que nunca devemos esquecer quem somos : barro.
E que todos os dias temos uma nova chance de rever e recomeçar.

Abraços apertados.

Elane Tristão