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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Não desista do amor!

No corredor da minha casa há um quadro de metal onde exibo, mais para os meus olhos
do que para os alheios, fotos, textos, bilhetes, cartões, pequenas doses de doçura
capazes de me fazer lembrar de pessoas e coisas bem preciosas para mim.
Às vezes passo semanas seguidas sem incluir ou excluir peça alguma e sequer
pousar os olhos nelas, mas, quando algum fato estreita o meu coração em lugar
pouco arejado, eu costumo caminhar até lá para me nutrir com os recados que
geralmente me ajudam a respirar um pouco mais macio.
Entre as relíquias, existe um cartão que comprei há muito tempo e que diz uma das
frases mais interessantes com as quais já tive contato, identificada como um provérbio
sueco. A primeira vez que li essas palavras, arrepiei literalmente, a pele é o lado
de fora do sentimento, já arrisquei em outro texto. Parada na papelaria, sorri para aquele
pedaço de papel na minha mão, admirada por um texto tão curto revelar uma verdade tão
grande.
Procure me amar quando eu menos merecer,
porque é quando eu mais preciso.
Falamos e ouvimos à beça sobre o amor desde pequenininhos, já sabedores ou não do
que se trata ou minimamente da vizinhança disso. E, apesar das nossas
singularidades, costumamos ter pelo menos um desejo comum: queremos amar e ser
amados. Amados, de preferência, com o requinte terno da incondicionalidade. Na celebração
das nossas conquistas e na constatação dos insucessos. No apogeu do nosso vigor e no
tempo do nosso encolhimento. Na vez da nossa alegria e no alvorecer da nossa dor.
Na prática das nossas virtudes e no embaraço das nossas falhas. Mas não é preciso
viver muito para percebermos que não é assim que o amor, na prática, costuma acontecer.
Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza.
Quando progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente.
Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta.
Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa
própria dor. Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro.
Aparentemente estável. Que quando sofre, para não incomodar, por costume ou vaidade
não faz ruído algum.
Fácil amar aqueles que parecem ter criado, ao longo da vida, um tipo de máscara
que lhes permite ter a mesma cara quando o time ganha e quando o cachorro morre.
Fácil amar quem não demonstra experimentar aqueles sentimentos que parecem
politicamente incorretos nos outros e absolutamente justificáveis em nós.
Fácil amar quando somos ouvidos mais do que nos permitimos ouvir.
Fácil amar aqueles que vivem noites terríveis, mas na manhã seguinte se
apresentam sem olheiras, a maquiagem perfeita, a barba atualizada.
É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado.
Nos cafés, após o cinema, quando se pode filosofar sobre o enredo e as personagens
com fluência, um bom cappucino e pão de queijo quentinho. Nos corredores dos
shoppings, quando se divide os novos sonhos de consumo, imediato ou futuro.
É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros erotizados
nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo
errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência.
O rebolado. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente
ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as
cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na platéia. Quando até a própria alma parece
haver se retirado.
Difícil é amar quando já não encontramos motivos que justifiquem o nosso amor
acostumados que estamos a achar que o amor precisa estar sempre
acompanhado de explicação plausível, estatísticas promissoras, balancetes satisfatórios.
Difícil amar quando momentaneamente parece existir somente apesar de. Quando a dor do
outro é tão intensa que a gente não sabe o que fazer para ajudar. Quando a sombra se
revela e a noite se apresenta muito longa. Quando o frio é tão medonho que nem os
prazeres mais legítimos oferecem algum calor. Quando ele parece ter desistido
principalmente dele próprio.
Difícil é amar quando o outro nos inquieta. Quando os seus medos denunciam os nossos e
põem em risco o propósito que muitas vezes alimentamos de não demonstrar
fragilidade, vulnerabilidade, invencibilidade, lógica. Quando a exibição das suas dores expõe
de alguma forma, também as nossas, as conhecidas e as anônimas, as antiquíssimas
e as recém-nascidas. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente
saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta
para caminhar humanamente ao seu encontro. E, ao encontrá-lo, talvez lhe dizer a verdade:
“eu sei o quanto você está doendo porque eu já doí também” ou “eu sei o quanto
você está doendo porque estou doendo também, agora” e/ou “porque vivo, eu estou à
mercê de doer de novo.”
Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a
trilha sonora. Quando caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio
brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um
feriadão à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com
sutileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também
estamos incluídos nesse grupo.
Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro
mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos
afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores
por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado
à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem
não desiste da gente. Acredito porque nos momentos mais doídos da minha jornada até aqui
eu nunca encontrei nenhum botão mágico, mas tive fé, tive gesto, e, felizmente, tive quem
me amasse sem desistir de mim.
A empatia, a memória, a honestidade emocional, são também grandes aliadas do amor.
Ana Jácomo
quinta-feira, 12 de maio de 2011
TORRADAS QUEIMADAS

Torradas Queimadas |
| Desconhecido |
Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro. Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola. Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado. Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse: “Adorei a torrada queimada…” Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse: “Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada… Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias! O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros. Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir um as falhas do outro. Eu sei cozinhar muito pouco mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando. Ela não sabe usar a furadeira mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo. Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu. Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar. A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela nos completamos. Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes. Não que mais tarde, o dia que um partir, este Mundo vá desmoronar, não vai. Novamente teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.” De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos. Então filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida à você e ao próximo. As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse. Até a próxima . Elane Tristão |
terça-feira, 12 de abril de 2011
O relógio de ouro

| Desconhecido |
Um pai que muito amava seus dois filhos, disse: “Tudo que vocês me pedirem e eu tiver condições lhes darei”. Os dias passaram, o mais novo vendo seus amigos jogarem futebol, pediu ao pai uma bola e, poucos dias depois, o pai lhe dava o presente tão desejado. O mais velho vendo alguns de seus amigos de mais condição usando um relógio, um dia pediu um relógio de ouro. Os dias passaram, nada de receber o pedido. Ele pensou: “Nem sempre o pai atende ao que pedimos, só algumas vezes.” Semanas se passaram … meses se passaram … enfim, anos. O menino já era um rapaz, não se lembrava mais do pedido de infância. O pai chegava como de costum e em casa, mas naquela tarde chegou com um embrulho embaixo do braço. Chamou o rapaz e disse: “Meu filho, há muito tempo você me pediu um relógio de ouro, mas você era muito jovem. Iria perdê-lo, ou quem sabe seria roubado. Agora você já pode ter um.” O pai entregou um embrulho com uma caixa e dentro tinha um relógio … de ouro. Como este pai, o Deus Eterno da mesma forma sabe o momento que podemos e temos condições de usar nosso “relógio de ouro”, o momento que podemos ter o que pedimos, para que o nossos pedido não se transforme em algo para nos separar dele. Não sou mais tão jovem em idade, mas as vezes sinto como este pai que gostaria de dar muito mais a meus filho.Mas sei que não devo. Deus sabe o que é melhor pra ele. Em outros momentos o problema sou eu. Eu quero, brigo, pirraço, choro e Ele nada. Silêncio total. Ai sinto e ouço uma voz interior assim: você não tá pronta. Espera. Tó fazendo outras coisas antes desta. AFF, como dizem os meninos adolas.... não é fácil. Mas Deus é de confiança não é? Então é preciso confiar. Ele sabe o que faz. Cala minha alma e espera N'ele, pois ainda o louvarei. Elane Tristão adaptado. Bíblia, livro de Mateus, capítulo 21 verso 22 |
segunda-feira, 21 de março de 2011
Vivendo da Palavra

"...Faça-se conforme a vossa fé." (Mt.9.29)
Podemos dizer que uma pessoa "prevaleceu em oração"quando,durante a oração,
ela teve a certeza de que foi atendida, e ficou realmente consciente de já ter recebido
aquilo que estava pedindo.Não nos esqueçamos de que nenhuma circunstância terrena
pode impedir o cumprimento da sua Palavra,se de fato estamos olhando firmemente para a
imutabilidade naquela Palavra e não para a incerteza deste mundo que está sempre mudando.
Deus quer que cresçamos na sua Palavra sem outra confirmação, e então ele está pronto
a dar-nos segundo a nossa fé.
Quando estou orando penso estar bem em frente a Cristo no seu trono de glória e olhando nos
seus olhos como filha e batendo aquele papo. Nós pensamos, falamos e saio de sua presença
sentindo uma confiança de que fui ouvida, e que posso esperar que se for segundo a sua vontade
e não ferir os princípios do Reino, serei com certeza atendida.
Tenho aprendido, e nisto sou como Paulo, que se estou andando com o PAI e tenho intimidade neste
relacionamento, tudo que vou fazer é o melhor dele para minha vida.Não tenho que ficar o tempo
todo perguntando se estou certa, se devo ou não devo.
Se eu estiver ainda assim errada,ele vai me parar, me corrigir, e eu preciso entender.
Isto é estar "eu nele,e ele em mim".
Aí sim podemos começar a agradecer o resultado. Pois tudo que Ele faz é bom,perfeito e eficaz.
Mananciais com adaptações de Elane Tristão
terça-feira, 15 de março de 2011
MILHO DE PIPOCA

Milho de pipocaRubem Alves |
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A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer. Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser o fogo de fora: perder um amor perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo. E você, o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá? Achei esta meditação incrível e não deixei de compartilhar com você. Até. Elane |
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
A Gente Colhe O Que Planta


A gente colhe o que planta… |
O nome dele era Fleming e era um pobre fazendeiro escocês. Um dia, enquanto trabalhava para ganhar a vida e o sustento para sua família, ele ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano nas proximidades. Largou suas ferramentas e correu para lá. Lá chegando, enlameado até a cintura de uma lama negra, encontrou um menino gritando e tentando se safar da morte. O fazendeiro salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível. No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega à humilde casa do escocês. Um nobre elegantemente vestido sai e se apresenta como o pai do menino que o fazendeiro tinha salvo. “Eu quero recompensá-lo”, disse o nobre. “Você salvou a vida do meu filho”. “Não, eu não posso aceitar pagamento para o que eu fiz”, responde o fazendeiro escocês, recusando a oferta. Naquele momento, o filho do fazendeiro veio à porta do casebre. “É seu filho?” perguntou o nobre. “Sim”, o fazendeiro respondeu orgulhosamente. “Eu lhe farei uma proposta. Deixe-me levá-lo e dar-lhe uma boa educação. Se o rapaz for como seu pai, ele crescerá e será um homem do qual você terá muito orgulho”. E foi o que ele fez. Tempos depois, o filho do fazendeiro Fleming se formou no St. Mary’s Hospital Medical School de Londres, ficou conhecido no mundo como o notável Senhor Alexander Fleming, o descobridor de penicilina. Anos depois, o filho do nobre estava doente com pneumonia. O que o salvou? A penicilina. O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill. O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill. Alguém disse uma vez que a gente colhe o que a gente planta… e acrescento: Faça o bem sem olhar a quem, você não sabe dia de amanhã! |
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Será coincidência?

Será que é coincidência? Desconhecido |
O elefante é o único animal cujas pernas dianteiras se dobram a frente. Porque? Porque de outra forma seria difícil para esse animal levantar-se, por causa do seu peso. Por que os cavalos, para se erguerem, usam as patas dianteiras, e as vacas, as traseiras? Quem orienta esses animais para que ajam dessa maneira? Deus. Esse mesmo Deus que coloca um punhado de argila no coração da terra, e, através da ação do fogo transforma-a em formosa ametista de alto valor. Esse mesmo Deus que coloca certa quantidade de carvão nas entranhas do solo, e, mediante a combinação do fogo e a pressão dos montes e das rochas, transforma esse carvão em resplandecente diamante, que vai fulgurar na coroa dos reis ou no diadema dos poderosos! Por que o canário nasce aos 14 dias, a galinha aos 21, os patos e gansos aos 28, o ganso silvestre aos 35 e os papagaios e avestruzes aos 42 dias? Por que a diferença entre um período e outro é sempre de sete dias? Porque o Criador sabe como deve regular a natureza e jamais comete engano. Ele determinou que as ondas do mar se quebrem na praia à razão de 26 por minuto, tanto na calma como na tormenta. A sabedoria divina revela-se ainda nas coisas que poucos notam: A melancia tem número par de franjas. A laranja possui número par de gomos. A espiga de milho tem número par de fileiras de grãos. O cacho de bananas tem, na última fila, número par de bananas, e cada fila de bananas tem uma a menos que a anterior. Desse modo, se uma fileira tem número par, a seguinte terá número ímpar. A ciência moderna descobriu que todos os grãos das espigas são em número par. Outro mistério que a ciência ainda não descobriu: Enormes árvores, pesando milhares de quilos, apoiadas em apenas poucos centímetros de raízes. Ninguém até agora conseguiu descobrir esse princípio de sustentação a fim de aplicá-lo em edifícios e pontes. Mas há maravilha ainda maior. O Criador toma o oxigénio e o hidrogénio, ambos sem cheiro, sem sabor e sem cor, e os combina com o carvão, que é insolúvel, negro e sem gosto. O resultado, porém, é o alvo e doce açúcar. Esses são apenas alguns vislumbres de um Deus sábio e amoroso. Esse mesmo Deus que realiza tais maravilhas no mundo que Ele criou, pode também efetuar em nós um milagre ainda muito maior. Ele pode dar-nos um novo vida, fazendo novas todas as coisas. Ele pode tomar nossa vida triste, inútil e insípida, e torná-la alegre, útil e plena de significado. Portanto, não se desespere. Não importa quão grave seja a sua condição física, moral ou espiritual. Jesus, “que é o mesmo ontem, hoje e sempre”, sempre tem a última palavra. Você pode experimentar um milagre! Basta acreditar e colocar a sua vida nas mãos dele. |
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Regime de Domínio Próprio
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
CORAÇÃO DE MANTEIGA

| Desconhecido |
Era um dia muito quente. Todos procuravam algum tipo de refrigério, logo, uma sorveteria parecia ser uma boa opção. Uma menininha entrou na loja segurando firme seu dinheiro. Antes que ela dissesse uma palavra, o dono, bravo, disse que ela saísse e lesse a placa na porta, e que ficasse lá fora até calçar um sapato. Ela saiu vagarosamente. Um homem grande a seguiu para fora da loja. Ele a viu ficar na frente da porta e ler a placa: Não entrar descalço. As lágrimas começaram a rolar pelas suas bochechas. Então, o homem a chamou. Eles sentaram na calçada, ele tirou seus sapatos tamanho 45, e os colocou em frente da menininha dizendo, “Aqui, você não vai conseguir andar com eles, mas se você os arrastar até lá dentro poderá pegar o seu sorvete.” Ele levantou a menininha e a calçou.“Não precisa se apressar,” ele disse, “eu fico cansado de ficar arrastando os pés dentro dos sapatos, e será bom ficar sentado aqui comendo meu sorvete.” Era impossível não perceber o brilho nos olhos da menininha à medida que ela arrastava os pés até o balcão para fazer seu pedido. O homem era grande. Barriga grande, sapatos grandes, mas acima de tudo, tinha um grande coração. Legalismo mata e faz a vida difícil. Sensibilidade às necessidades do próximo abençoa. Autor desconhecido. Postado por Elane |
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Limpe Sua Janela!

Um casal, recém -casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!”
O marido observou calado.
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:
“Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!”
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
“Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.”
O marido calmamente a respondeu:
“Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!”
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Lave sua vidraça.
Como pode dizer ao seu irmão: “Deixe-me tirar esse cisco do seu olho”, quando você tem um pedaço de madeira no seu próprio olho? Tire primeiro o pedaço de madeira que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão (Bíblia, Mateus, capítulo 7 versos 4 e 5).