segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

CORAÇÃO DE MANTEIGA


Desconhecido

Era um dia muito quente. Todos procuravam algum tipo de refrigério, logo, uma sorveteria parecia ser uma boa opção. Uma menininha entrou na loja segurando firme seu dinheiro. Antes que ela dissesse uma palavra, o dono, bravo, disse que ela saísse e lesse a placa na porta, e que ficasse lá fora até calçar um sapato. Ela saiu vagarosamente. Um homem grande a seguiu para fora da loja.

Ele a viu ficar na frente da porta e ler a placa: Não entrar descalço. As lágrimas começaram a rolar pelas suas bochechas. Então, o homem a chamou.

Eles sentaram na calçada, ele tirou seus sapatos tamanho 45, e os colocou em frente da menininha dizendo, “Aqui, você não vai conseguir andar com eles, mas se você os arrastar até lá dentro poderá pegar o seu sorvete.” Ele levantou a menininha e a calçou.“Não precisa se apressar,” ele disse, “eu fico cansado de ficar arrastando os pés dentro dos sapatos, e será bom ficar sentado aqui comendo meu sorvete.” Era impossível não perceber o brilho nos olhos da menininha à medida que ela arrastava os pés até o balcão para fazer seu pedido.

O homem era grande. Barriga grande, sapatos grandes, mas acima de tudo, tinha um grande coração.

Legalismo mata e faz a vida difícil. Sensibilidade às necessidades do próximo abençoa.

Autor desconhecido.

Postado por Elane

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Limpe Sua Janela!


Limpando a Janela

Um casal, recém -casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:

Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!”

O marido observou calado.

Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:

“Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!”

E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:

“Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.”

O marido calmamente a respondeu:

“Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!”

E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.

Lave sua vidraça.

Como pode dizer ao seu irmão: “Deixe-me tirar esse cisco do seu olho”, quando você tem um pedaço de madeira no seu próprio olho? Tire primeiro o pedaço de madeira que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão (Bíblia, Mateus, capítulo 7 versos 4 e 5).


Este texto me fez lembrar que nunca devemos esquecer quem somos : barro.
E que todos os dias temos uma nova chance de rever e recomeçar.

Abraços apertados.

Elane Tristão